Se você está planejando sua primeira viagem para Orlando, provavelmente está perdido entre datas, hotéis, parques, filas e custos. Este guia reúne tudo o que você precisa entender antes de comprar qualquer coisa — e vai evitar os erros mais caros que os brasileiros cometem na Disney.
Uma viagem para Orlando pode ser inesquecível de duas formas: ou para o bem ou para o mal. Isso porque, essa talvez seja uma das cidades em que planejamento e conhecimento significam dinheiro perdido ou dinheiro economizado.
Você certamente já conheceu gente contando algum perrengue imenso de alguma viagem na cidade, da mesma forma que conhece relatos de pessoas que amam, que aproveitam ao máximo e que voltariam mil vezes.

É exatamente por isso que nunca é tarde para buscar informação sobre como organizar e planejar férias na “cidade mais mágica do Mundo”. Entender as mecânicas de deslocamento, o ritmo de cada parque, quais são os parques, o seu perfil e também do grupo que está indo com você, onde comer, onde comprar. Entender bem toda essa mecânica fará com que sua viagem seja inesquecível não só pelo conteúdo, mas também pela forma.

Espero que aqui a gente consiga lançar informações importantes para que você comece a ser um especialista na arte de organizar suas férias, é também uma ótima base para começar a preparar férias para todos os lugares, e não só para Orlando.
Vamos ao passo a passo para um planejamento perfeito das suas tão sonhadas férias em Orlando.
1. Qual a melhor época para ir para Orlando?
Já começamos com um tema polêmico, mas que nem todos podem seguir. Sim, em Orlando, mais do que em qualquer outra cidade, a época da viagem impacta muito no orçamento final.
Períodos tradicionais de férias (meses de Julho e Agosto), final de ano (Dezembro), férias de verão no hemisfério sul (Janeiro e Fevereiro) normalmente tem preços mais inflacionados. Outro período de grande procura é o chamado Spring Break, uma pausa das aulas na mudança de estação do inverno para a primavera norte-americana (ocorre no final de Março e início de Abril).
Bom, o que sobrou? Início de Março, final de Abril, Maio, Junho, Setembro, Outubro e Novembro. Acontece que os grandes parques arrumaram eventos para essas datas, principalmente Outubro e Novembro quando temos o Halloween e início das festas de Natal.
É importante entender, então, que quanto mais eventos acontecendo e mais gente indo para Orlando, maior serão os preços. Ingressos, Passes Expressos, Hoteis, valores para aluguel de carro, todos esses itens possuem preços dinâmicos – quanto maior a procura mais caros ficam.
Assim, se você pode escolher a data das suas férias, sem depender de nada nem ninguém, é importante encaixar nesses meses onde sabidamente a procura é menor. Para vocês terem uma ideia, o Express Pass da Universal, chega a ter variação de mais de R$ 1000,00 dependendo do mês e dia que você escolhe visitar determinado parque.
2. Entenda as suas prioridades: parques e passeios, compras ou os dois?
É muito comum, nas primeiras viagens para Orlando, que as pessoas se percam com tantas atividades para fazer. Por isso, é fundamental entender as dinâmicas dos parques, distâncias, necessidades do grupo que está na viagem e o nível de energia que se gasta para cada tipo de atividade na cidade.
Primeiro é importante saber, que para uma viagem saudável precisamos considerar, no mínimo, uns 12 dias na cidade. Isso, é claro, se você pensa em ir nos 7 parques principais (os 4 da Disney e os 3 da Universal – já considerando o Epic Universe). Se for adicionar dia de compras em outlets, seria mais prudente considerar uma estadia mínima de 14 a 15 dias.
A conta é feita considerando que se torna extremamente desgastante emendar um parque no outro. Se você acredita que tem disposição, então tudo bem, pode considerar 7 dias inteiros, mais o dia da chegada e o dia da saída. Isso, se você quiser ir nos 7 parques principais.
Mas, se o orçamento for mais curto, você precisa fazer escolhas. Para isso é importante conhecer as características de cada parque:
Se existe criança no grupo, ir ao Magic Kingdom é a prioridade número 1.
Se existem adolescentes, os parques da Universal acabam sendo mais atrativos.
Dos parques da Disney, aquele que tem mais atrações para adolescentes é o Hollywood Studios, porém os outros três parques possuem ao menos duas atrações mais aventureiras.
O Epcot conta hoje com a melhor montanha russa da Disney (Guardians of the Galaxy: Cosmic Rewind), porém de resto é um parque mais voltado para adultos, com muitos lugares para comer e beber.

Se a toda essa farra de parques e compras você ainda quiser adicionar passeios a pontos turísticos ou outras cidades, precisa contar para cada passeio a adição de um dia. Por exemplo, se decidir ir a Winter Garden, cidadezinha queridinha dos brasileiros atualmente, tem que separar um dia inteiro para isso. Trânsito pesado e longas distâncias de deslocamento são comuns na Flórida.
Desta forma, fazer escolhas é fundamental! Se você tem um orçamento que comporta tudo, faça tudo! Vai valer a pena. Mas se, no momento, o orçamento é reduzido, faz mais sentido fazer escolhas e usufruir do que foi escolhido ao máximo.
3. Quanto dinheiro gastar por dia com alimentação em Orlando?
O tema alimentação é extremamente complicado, em se tratando de Orlando. Principalmente porque as ofertas e possibilidades são infinitas. Tem muita besteira gostosa para experimentar na cidade, nos parques, hoteis etc.
Normalmente o turista desavisado acaba se perdendo no meio de tanta coisa e aí o orçamento começa a desandar. O maior remédio para evitar isso é ter um teto de gasto por pessoa, por dia. Nesse teto é preciso considerar todos os gastos com alimentação, seja uma refeição mais encorpada até um refrigerante consumido dentro de um parque.
Com nossas idas, vimos que U$70,00 (dólares) por adulto é um valor super confortável (aí considerando crianças que já possuem uma alimentação normal no dia a dia). Ainda que façamos uma refeição mais cara no dia (um restaurante com serviço de mesa – os chamados Table Services) não tem chance do teto estourar.
Por experiência, somente nos dias em que fizemos refeição com os personagens da Disney (que estão no grupo dos restaurantes mais caros de Orlando) o valor da diária com comida acabou estourando nossa cota.
Outra boa estratégia para diminuir os gastos picados com refeições é ir até o mercado de sua preferência (Walmart, Target, Aldo etc) e comprar snacks para tapear a fome. Biscoitos, chocolates, pães, queijos, enfim. São inúmeras e baratas as opções para levar para os parques, comer no café da manhã e ter sempre em mãos para os lanches de qualquer hora.
Um ponto fundamental é que são raríssimos os hoteis que incluem café da manhã nas diárias. 99% da rede hoteleira nos Estados Unidos não inclui café da manhã. Então, saiba que você terá que arcar com as 3 principais refeições do dia. Por isso, uma ida ao mercado acaba por economizar e muito seus gastos com comida.
Por fim, não se prive. Uma das coisas mais legais de ir de férias para Orlando ou qualquer cidade dos Estados Unidos é viver plenamente a vida de esbórnia gastronômica. Pode ter certeza de que as caminhadas nos parques vão queimar todas essas calorias.
4. Onde vale mais a pena fazer compras em Orlando?
Outra cilada muito famosa para nosso dinheiro são os outlets de Orlando. A tentação para muitos gastos surge em cada esquina. A primeira coisa que vale explicar aqui é que seu destino de compras se concentra em cinco grandes grupos:
Outlets – são aqueles grandes shoppings a céu aberto, onde encontramos lojas das principais marcas do Mundo com descontos altos, possibilidades de usar cupons de desconto e uma oferta de produtos e tamanhos tão extensa que é impossível não encontrar nada para você. Em Orlando existem dois mais famosos: Orlando International Premium Outlets e Orlando Vineland Premium Outlets. Os dois são do mesmo grupo, mas não dá pra dizer qual deles é melhor. Em cada um há uma loja que se destaca. Eu, por exemplo, gosto mais da Loja Outlet da Disney do Vineland, em compensação a Loja da Columbia (marca americana de casacos) é bem mais interessante no International.
Lojas de Departamento – nesta categoria se encontra uma das mais queridas dos brasileiros: a Ross. Além dela, temos também Burlington, Marshalls e TJ Maxx. Todas possuem algumas características em comum: preços mais baixos do que nos outlets e lojas convencionais, oferta de produtos bons e ruins (por isso é preciso paciência para garimpar), pouca oferta de tamanhos e oferta de produtos que não segue uma lógica (tem dia que tem muito perfume e pouca bolsa, tem dia que tem muita bolsa e pouco perfume, por exemplo).
Marketplaces – esses lugares possuem as verdadeiras pontas de estoque das marcas mais populares de roupas e materiais esportivos. Um item sai da loja convencional, vai para o outlet, sai do outlet, vai para a loja de departamento e por fim chega nas lojas clearance. Elas são, então, o topo da cadeia do preço barato. O único problema aqui é a variedade de números. Tanto para calçados, quanto para roupas, são comuns apenas aqueles números ou muito pequenos ou enormes. Assim que, achados nessas lojas até acontecem, mas eles são precedidos de garimpos intensos. É preciso ter paciência e tempo para garimpar.
Mercadões com Departamento – essa é uma categoria que acabei de inventar. Mas nela estão duas lojas muito famosas, onde encontramos de tudo, desde comida para o dia a dia, até roupas e itens eletrônicos: Walmart e Target. Nelas há de tudo um pouco no quesito comidas e snaks, além de também venderem itens de vestuário, roupas de cama e eletrônicos. Por gosto, acho a Target melhor, mas o Walmart possui muitas opções de coisas baratas também.
Lojas Convencionais /Shopping Centers – Os dois shoppings mais famosos de Orlando são: Florida Mall e Mall at Millenia. O primeiro mais popular, o segundo com lojas mais chiquezinhas. No Florida Mall recentemente abriu uma Primark, gigante europeia das lojas de departamento com preços muito muito baratos (até se você converter dólar para real) e roupas de qualidade. Vale uma passada lá com certeza. O Mall at Millenia tem todas as lojas de marcas internacionais mais famosas, e com isso as últimas coleções. Se dinheiro não é problema e você quer achar algo inédito no Brasil, lá é certamente o seu lugar.
5. Quais são os gastos escondidos de uma viagem para Orlando?
Orlando é a terra do consumo e do entretenimento. Sendo assim, é fácil perceber que os atrativos para levar seu dinheiro são muitos. Além disso, existem gastos embutidos em muitas atividades consideradas fundamentais.
Estacionamentos
Como, por exemplo, ida aos parques: embutido aí você precisa contabilizar os gastos com estacionamento. Mas existem formas de fugir desse gasto: usar transportes ofertados pelos hóteis, sabendo que você está trocando esse gasto pela falta de independência na hora de construir seu roteiro, isso porque os hotéis possuem horários específicos para levar e buscar nos parques, e você vai precisar se planejar para usar. Ou se ficar nos hotéis da Disney. Aí, além de não gastar com estacionamento no próprio hotel, você tem o estacionamento dos parques de forma gratuita, além, é claro, de poder contar com os transportes da própria Disney, que são ótimos e saem a cada 10 minutos em média.
Há, também, os hotéis da Universal, aqui, porém você paga estacionamento no hotel, mas em compensação conta com o sistema de transportes da própria Universal, que é fantástico. É legal salientar que locais de compras nos Estados Unidos não cobram valor de estacionamento. Nos Shoppings, Outlets, Lojas de Departamento etc você não paga para estacionar.
Gorjetas
Sim, mil vezes sim. A gorjeta nos Estados Unidos não é obrigatória, mas é meio inadmissível não dar gorjeta se você usufruiu de um atendimento de mesa (table service). É cultural no país as gorjetas transitarem entre 18 a 25%. E é altamente recomendável e de muito bom tom que você pague. Assim, se quiser evitar esses gastos, opte por restaurantes de serviço de balcão (quick service), como os fast foods por exemplo.
Itens Inesperados de Última Hora
Como falamos, Orlando tem uma imensa oferta de produtos. São vários outlets, lojas de departamento, shoppings que tornam a tarefa de conter os gastos quase que impossível. Não é raro a gente se perder nas compras, aliás é muito comum até. Por conta disso, a previsibilidade é super importante. Saber o que comprar, o que é necessário, o que está barato realmente é um dos primeiros deveres de casa de quem vai para a cidade.
Ainda assim, é importante prever no orçamento esse gasto extra. Funciona assim: se você está programando gastar 1000 dólares, guarde sempre uma reserva de 20 a 25% disso para os extras. Aqueles itens que nem você sabia que precisava tanto.
6. Vale mais a pena ficar dentro ou fora dos complexos Disney e Universal?
É super importante se fazer essa pergunta assim que começar a planejar a viagem. A resposta vai permitir traçar a melhor estratégia de hospedagem, por exemplo.
Se o foco é parque, talvez seja interessante se hospedar em hotéis dos complexos Disney ou Universal. Isso porque eles oferecem vários benefícios embutidos nas diárias que acabam por quase “pagar” a metade do valor delas.
Se o foco é compras e passeios externos que não sejam parques, talvez o melhor caminho seja realmente escolher hotéis custo benefício na região da International Drive, a rua mais turística de Orlando.
Se o grupo é grande – acima de 4 pessoas – talvez o melhor caminho seja alugar casas de temporada ou Airbnb, independentemente se o grupo quer ir para parques ou compras. Isso porque o valor da diária do imóvel é repartido por todos, o que torna o custo por pessoa bem mais baixo do que ficar em hotéis.
Vamos falar melhor sobre esse tema mais a frente, onde abordaremos os benefícios de ser hóspede da Disney ou da Universal.
7. Dá para comprar pela internet e receber produtos durante a viagem em Orlando?
Em nossa última ida a Orlando fizemos compras virtuais, fato que se repete em todas as idas para a cidade, isso porque a oferta de produtos em lojas como Amazon, Best Buy e B&H é enorme, e o sistema logístico dos Estados Unidos é realmente muito eficiente. Quem fica mais de 7 dias na cidade possui uma chance ainda maior de economizar: ver o produto (principalmente eletrônico ou eletrodoméstico) na loja física e depois comprar por algum dos sites acima, é uma chance boa de economizar.
Se você se hospedar em hotel, é preciso conferir na recepção quanto o estabelecimento cobra para receber pacotes. Caso fique em casa, basta colocar o endereço da residência e ver a mágica da logística acontecer, mas lembre-se, é importante ter ao menos cinco dias inteiros de permanência para garantir a chegada da mercadoria.
Há ainda a possibilidade de compra pela internet com retirada em alguma loja física ou, no caso da Amazon, retirada nos lookers da empresa espalhados por diversos pontos da cidade.
8. Como evitar excesso de bagagem na volta de Orlando?
Obviamente quando você vai para um paraíso de compras é preciso pensar nas escolhas e principalmente nas consequências delas. Cuidar para não pagar por excesso de bagagem ou ter uma reserva para comprar uma mala despachada extra são opções que você precisa considerar no seu planejamento.
Comumente os voos para Orlando (excluindo os da Avianca) possuem ao menos uma mala despachada incluída na tarifa (nota: é preciso conferir essa afirmação quando você adquire a passagem). Sendo assim, cada indivíduo tem a mala despachada de 23kg, uma mala de bordo cujo peso pode variar de 8 a 12kg (dependendo da companhia aérea) e uma mochila ou bolsa pessoal que não deve passar dos 6kg. Para todos esses tipos de malas existe também uma limitação de tamanho e as medidas variam para cada Cia Aérea.
Se torna, então, INDISPENSÁVEL, que você pese sua bagagem antes de ir para o aeroporto e mais idealmente que vá pesando suas malas à medida que for fazendo as compras. Nós sempre paramos a cada dois ou três dias para pesar as malas e assim vamos regulando os pesos e as compras.
Outro ponto importante: pagar a mala extra às vezes pode ser mais vantajoso do que pagar o excesso de bagagem. E se for comprar mala extra é também importante comprar com antecedência ao voo de volta, porque as compras no aeroporto ou poucos dias antes costumam ter um valor maior.
9. Preciso reservar restaurantes com antecedência na Disney e em Orlando?
Orlando possui restaurantes excelentes, alguns em cidades próximas como Winter Park ou Winter Garden e outros dentro dos complexos de entretenimento da Disney e da Universal. É importante que você reserve alguns deles com antecedência, caso contrário vai acabar se frustrando por não conseguir ir.
Restaurantes da Disney com serviço de mesa (os chamados table service, onde você deve pagar gorjeta) costumam esgotar os lugares caso você deixe para a última hora. Na Disney, para restaurante com presença dos personagens, é importante entrar o mais cedo que o sistema permite para fazer sua reserva (60 dias de antecedência da data que você quer reservar). Eles são os primeiros a esgotar. Aqui mais um ponto importante: hóspedes da Disney possuem o benefício de poder marcar suas reservas para todo o período da estadia, mas vamos falar melhor sobre isso em outro post. Para restaurantes fora do complexo, é recomendado que entrem nas páginas oficiais na internet e sigam o passo a passo para reservas.
Super recomendável, também, dar uma olhada nos Menus e conteúdos nas redes sociais sobre cardápio, reviews etc. Como falamos aqui, a oferta é imensa, os preços convertidos para nós não são baratos, então o importante é você colocar seu dinheiro onde realmente vale a pena para o seu gosto pessoal.
Para reservas na Disney, você pode entrar aqui e navegar pelos restaurantes e disponibilidades.
10. Vale a pena pagar fura-fila nos parques da Disney e Universal?
Nos parques, onde você irá passar grande parte do seu tempo e onde irá investir a maior parte do seu dinheiro, existem formas de ter experiências ainda melhores. Recomendamos fortemente que invistam em fura filas para viver estes momentos. Nem todos os parques precisam desse investimento – Epcot, Animal Kingdom, Universal e Island of Adventures, por exemplo. Mas, existem outros, que vão te entregar momentos realmente mágicos se você investir alguns dólares a mais em sistemas de fura filas: Magic Kingdom, Hollywood Studios e Epic Universe.
Na Disney o sistema se chama Multi Pass e ele te dá direito a agendar uma vez cada atração do parque escolhido para entrar numa fila mais rápida, porém existem atrações que ficam de fora do sistema, normalmente 1 ou 2 de cada parque – para essas você tem que comprar um fura fila separado chamado Single Pass. O valor? Ele vai variar conforme a demanda do dia, muita gente no parque – valores maiores, pouca gente – valores menores.
Na Universal o fura fila se chama Express Pass, ele também dá direito a uma ida por atração e aqui estão incluídas todas as atrações do parque escolhido, sem exceção. A diferença aqui fica por conta do valor – o express pass costuma ser bem mais caro do que o Multi Pass da Disney.
De qualquer forma, como falamos, a experiência de ir num desses três parques com o sistema de fura filas é outra. Você vai curtir mais, vai cansar menos, vai conseguir, inclusive, repetir atrações que mais gostou. O tempo gasto nos Estados Unidos custa caro, é em dólar e por isso mesmo vale a pena esse investimento.
Essas são dicas simples, para iniciar uma viagem. Se você seguir a maior parte delas, vai por mim, você vai ter férias realmente inesquecíveis.
Vamos voltar e nos aprofundar em algumas outras em novos posts. Sigam a gente no Instagram @televanaviagem. E se precisarem de ingressos, hotéis, carros e seguros estamos te esperando no www.televanaviagem.com.br.
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